Empreendedora, mãe e maratonista: como Carolina levou petiscos saudáveis para a lancheira das crianças

Empreendedora, mãe e maratonista: como Carolina levou petiscos saudáveis para a lancheira das crianças

Ela entendia tudo de números. Economista, sabia a hora exata de sair e chegar em casa. Até que sua filha nasceu e mudou tudo. Durante o período de licença maternidade, Carolina Dassie decidiu empreender e ter controle do próprio tempo.

Como sabia ganhar dinheiro e conhecia as tendências de mercado, seu olhar aguçado logo detectou uma interessante oportunidade;

Como tinha visto clubes de assinatura no período que morou fora do Brasil, percebeu que poderia adaptar o modelo ao mercado brasileiro, e investir em algo que gostava. Assim, nasceu a Hisnek.

Para quem assinava, era mais um clube de assinaturas de snacks. Para ela, um projeto de vida ao qual dedicaria-se com a mesma paixão que cuidava da filha.

Observadora, Carolina percebeu que existia uma demanda – algo saudável que pudesse ser petiscado entre as refeições. Como não era todo mundo que conseguia levar a boa e velha fruta dentro da bolsa, precisaria ser algo fácil de carregar. A ideia era facilitar a vida das pessoas que não tinham tempo. Principalmente de ir atrás de opções saudáveis para carregar na bolsa.

Depois de um tempo, principalmente convivendo com mães – ela percebeu que havia uma lacuna no mercado: petiscos saudáveis para a lancheira dos pequenos.


A experiência

Quando a Carolina enviou uma caixa da Hisnek com um mix de 22 produtos – opções saudáveis para as mães colocarem na lancheira com o suco e a fruta da criança – só a experiência de receber a caixa surpresa já foi algo que elas curtiram.

Como a Aurora não vai na escola, escolhemos os que iriam na lancheira da Eva e elas pediram alguns para degustar. A primeira coisa que percebi foi que – a menos que a mãe esconda a caixa assim que ela chegar – é difícil controlar a ansiedade das crianças em experimentar as novidades.

Trato feito, logo no primeiro dia de teste a Eva quis levar um dos snacks na lancheira. Como ela estuda em escola Waldorf, e a política é clara em relação a salgadinhos e açúcar – que não são bem-vindos na lancheira, foi bom perceber que os produtos atendiam a necessidade – mesmo que eu tivesse que tirá-los do saquinho que se assemelha ao do salgadinho comum, para evitar confusão na escola.

O escolhido foi um snack de ervas com azeite sem glúten, que combinei com a banana e o suco natural dentro da lancheira térmica. Melhor que o biscoito de polvilho que eu enfiava de vez em quando no tuppeware para salvar.

Os outros dias fui alternando – mas a gula do meio da tarde sempre as fazia vir pedir para experimentar ‘mais um’ e eu acabei deixando vez ou outra (minto: eu também queria experimentar).

Como a Carol disse que cada mês é uma caixa de produtos diferente e os produtos só começam a se repetir a cada seis meses, achei a experiência em si algo interessante para as crianças e prático para as mães. Além de gostoso para as irmãs mais novas.

O negócio

Segundo a economista, foi necessário chegar em uma margem bruta que sustentasse o negócio, mas que ao mesmo tempo fosse acessível para classes A e B. “É um preço bom quando você olha os produtos na caixa, já que alguns deles custam cerca de oito reais no varejo comum. ”
Para a caixa infantil, a ideia é mais que um simples negócio: pensando na própria filha, ela pretende oferecer apenas produtos com gordura e açúcar controlados.

Dos tempos de economista, restou a habilidade de controlar outros números – de calorias dos produtos.

Ah, e além de tudo, ela é maratonista. Só para constar.

INFORMAÇÕES:

HISNEK SNACKS SAUDÁVEIS

One comment

  1. Maria Angela Sanches says:

    Já experimentei os produtos da Hisnek e agora não fico sem . São maravilhosos. Parabéns

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